crédito está elegantemente organizada em pé, lado a lado, em uma fileira horizontal sobre uma superfície granulada de madeira clara. Os cartões estão dispostos em duas linhas: a superior com 7 e a inferior com 7, todos alinhados e apoiados verticalmente por uma ranhura sutil na madeira. Eles exibem designs variados de bancos como Santander, Bradesco, Nubank, Banco Inter, C6 Bank, Itaú, Caixa, Banco do Brasil, American Express e Mastercard, apresentando logotipos coloridos (laranja, roxo, azul, vermelho, amarelo), nomes dos titulares fictícios ("JOÃO SILVA", "MARIA OLIVEIRA", etc.), chips dourados, números em alto relevo e validades visíveis.

Cartão de Crédito: Como Comparar Juros, Anuidade, Benefícios e Custos

Escolher um cartão de crédito apenas pelo limite oferecido ou pela quantidade de benefícios pode ser um erro.

Um cartão pode não cobrar anuidade, mas ter condições menos interessantes em determinadas operações. Outro pode cobrar anuidade, mas oferecer benefícios que fazem sentido para determinado perfil de consumidor.

Por isso, não existe um único cartão que seja o melhor para todas as pessoas.

O mais importante é aprender como comparar os custos e benefícios antes de escolher.

1. Comece pelos juros

Se você costuma pagar a fatura integralmente, os juros do crédito rotativo talvez não sejam o fator que mais pesa no seu uso cotidiano.

Por outro lado, para quem frequentemente não consegue pagar a fatura completa, esse item merece muita atenção.

Compare:

  • juros do crédito rotativo;
  • juros do parcelamento da fatura;
  • CET, quando informado;
  • demais encargos.

Não escolha um cartão apenas olhando a taxa anunciada em uma propaganda.

2. Anuidade

A anuidade é outro ponto importante.

Alguns cartões não cobram anuidade. Outros oferecem isenção mediante determinadas condições.

Antes de considerar um cartão “gratuito”, verifique se existem outras tarifas relacionadas aos serviços que você pretende utilizar.

3. Cashback

Cashback significa receber de volta uma parte do valor de determinadas compras, conforme as regras do programa.

Mas existe uma pergunta mais importante:

quanto você precisa gastar para receber esse benefício?

Imagine dois cartões:

Cartão A: cashback de 1%.

Cartão B: cashback de 0,5%, mas sem anuidade.

Se uma pessoa gasta pouco por mês, a diferença de cashback pode ser pequena.

Por isso, compare o benefício com todos os custos.

4. Programa de pontos

Os pontos podem ser interessantes para quem realmente consegue utilizá-los.

Antes de escolher um cartão por causa de pontos, verifique:

  • quantidade de pontos por real ou dólar;
  • validade;
  • possibilidade de transferência;
  • regras de utilização;
  • parceiros;
  • condições para resgate.

Pontos que não são utilizados não representam economia.

5. Limite

Um limite maior não significa necessariamente uma situação financeira melhor.

Se você recebe R$ 2.500 e possui R$ 10.000 de limite, isso não significa que tenha R$ 10.000 disponíveis para gastar.

O limite é crédito.

Ele precisa ser pago posteriormente.

6. Faça uma comparação pelo seu próprio perfil

Imagine três consumidores:

Pessoa A

Gasta R$ 800 por mês e quer evitar tarifas.

Pode priorizar um cartão com custos baixos.

Pessoa B

Gasta R$ 5.000 por mês e utiliza bastante o cartão.

Pode analisar programas de cashback ou pontos.

Pessoa C

Viaja frequentemente para fora do país.

Pode prestar mais atenção em câmbio, tarifas internacionais, benefícios de viagem e condições para compras no exterior.

Perceba que a mesma característica pode ser importante para uma pessoa e pouco relevante para outra.

7. Não escolha somente pelo cartão “mais famoso”

Popularidade não significa que determinado cartão seja adequado para seu orçamento.

Compare aquilo que realmente será utilizado.

Uma pessoa que não viaja, por exemplo, pode não aproveitar determinados benefícios de um cartão voltado para viajantes.

8. Faça esta conta antes de escolher

Imagine que um cartão cobre R$ 300 de anuidade e oferece R$ 400 em benefícios que você realmente utiliza.

Nesse cenário, o benefício pode superar o custo.

Mas se você paga R$ 300 de anuidade e quase não utiliza os benefícios, a conta muda.

Por isso, faça sempre:

benefícios realmente utilizados − custos = benefício líquido

Essa comparação é mais útil do que simplesmente olhar a quantidade de benefícios anunciados.

9. Cartão sem anuidade é sempre melhor?

Não necessariamente.

Um cartão sem anuidade pode ser interessante para quem quer reduzir custos, mas é preciso observar também os outros serviços e condições.

O importante é analisar o conjunto.

10. O que comparar antes de solicitar

Use esta lista:

☐ Anuidade
☐ Juros
☐ CET
☐ Cashback
☐ Pontos
☐ Limite
☐ Tarifas
☐ Compras internacionais
☐ Saques
☐ Cartão adicional
☐ Atendimento
☐ Aplicativo
☐ Benefícios que você realmente utilizará

Conclusão

O melhor cartão para uma pessoa pode não ser o mais adequado para outra.

Em vez de procurar simplesmente o cartão com mais benefícios, compare os custos e veja quais vantagens realmente fazem diferença para o seu perfil.

Um cartão de crédito deve ser uma ferramenta de pagamento, e não uma forma de aumentar artificialmente o padrão de consumo.

Antes de solicitar qualquer cartão, confira as condições atuais diretamente na instituição emissora.

Guliver Souza Se você quer acabar com as preocupações com dinheiro, está no lugar certo! No Adeus Dureza, compartilho tudo o que aprendi sobre como organizar as finanças, sair do vermelho e crescer sem complicações. Vamos juntos trilhar um caminho mais tranquilo com as suas finanças.